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Sexta-feira, Novembro 16, 2007
Catiguria
Ontem eu e namorido fomos na Parmê. Caso alguém não saiba, Parmê é um restaurante onde tem um rodízio de pizzas muito bom. Não sei se tem em outros estados, então melhor explicar.
Na mesa a nossa frente (vamos chamá-la de mesa 2 pra facilitar), sentou um casal já de certa idade, um de frente para o outro. Na mesa em frente(mesa 3) a deles, um grupo de 3 homens e 1 mulher (namorada de um deles). Acontece que o senhor da mesa 2 estava, supostamente, paquerando a menina da mesa 3. Até aí, tudo ok. Um senhor paquerando uma garota mais jovem? Nooooosa, que coisa difícil, né?
Só que a garota contou pro namorado e pros amigos que estavam com ela. O namorado ficou encarando o velho. O velho ouviu tudo e deu UM ESCÂNDALO no lugar. Dizia que estava com a esposa, que nunca olharia outra mulher, que era casado há 35 anos, que a namorada do cara era uma baranga. O cara, tranqüilo, disse pro velho esquecer isso e relaxar, que nada a ver fazer escândalo, se desculpou por qualquer incomodo e tals. A velha ficava pedindo calma, mas tava bem incentivando o marido, curtido o escândalo. Os garçons do lugar e a gerência estavam fazendo cara de paisagem total. Os clientes todos pararam pra ver.
Nisso, levanta um amigo do casal da mesa 3. o cara era gigante. Tipo, o velho já era alto e forte, mas o cara... pensei “Vão cair na porrada e vão vir pra cima da MINHA mesa”. Quando o desastre estava assim no auge, a velha grita:
- Chega, marido! Chega! Se continuar assim eu não quero mais jantar aqui! Eu sou uma mulher pra um lugar fino! Assim esse lugar não tá mais ficando fino pra mim!
Pára tudo! Lugar fino? Cara, a gente estava na Parmê! Não, a Parmê NÃO é um muquifo, é um lugar legal, mas po, fino não é! Já viu restaurante de rodízio de pizza ser fino? É um restaurante informal, po!
Forçou a barra, amiga.
Sexta-feira, Outubro 12, 2007
De boas intenções...
Não vou entediar ninguém com os assuntos das provas da faculdade. Só de pensar na quantidade de avaliações que estou fazendo... me dá sono. Então vou desenterrar uma história que ouvi de Roubalisa (ainda estou em dúvida quanto ao apelido, mas ele combina bem com o post). Uma cândida historinha que nos mostra a pureza da infância.
Pois bem. Roubalisa era uma menina com muitos sonhos e desejos, todos de ordem financeira. Menina consciente, não quis dar trabalho em casa. Com sede de independência, decidiu que ela mesma tinha que conseguir o que quisesse. Então, descobriu um meio para obter o que desejava: o roubo.
Um dia, foi em uma loja de brinquedos com uma tia. Decidiu levar de presente para as primas bonecos do Topo gigio. Colocou vários na mochila. Tudo podia ter dado certo, mas...
Roubalisa - Mano, eu era tão inocente, mas TÃO INOCENTE, que contei pra minha tia dos topo gigios roubados!
Ju – Como assim inocente? Você estava roubando!
Sente só o conceito de inocência da criança, sente.
Quinta-feira, Outubro 04, 2007
Salão de Beleza
Esses dias eu fui ao salão e devo confessar que foi uma experiência, digamos, única. Eu queria cortar o cabelo porque faz tempo que eu não corto. Não agüentava mais aquela cara de Maria Mijona.
Cheguei ao salão e tive a impressão de que ninguém tava a fim de trabalhar naquele dia. Mas e daí, ninguém nunca ta a fim de trabalhar, mas é preciso. Como dizia o grande filósofo: O ruim não é ter trabalho, o ruim é ter que trabalhar (Seu Madruga) – mas isso é assunto para outro post.
O ruim é que se num salão os cabeleireiros não estão a fim de trabalhar, você pode ser o objeto aonde eles irão extravasar um sentimento reprimido, o que pode dar em um corte único e inovador ou num caminho de rato que te fará sumir do mapa por uns 8 meses.
Me levaram então para lavar a cabeça. Ahhhhh... Um dos momentos mais relaxantes para quem tem o prazer de lavar a cabeça num salão (salão de shopping então... rola até massagenzinha). Estava lá eu, ansiosa pela massagem na cabeça, e de repente começa uma arranhação sem fim. É isso mesmo. A mulher começou a arranhar o meu couro cabeludo. Juro que eu pensei: “Que merda é essa?! Só pode ser uma técnica dolorosamente nova.” Agüentei até o fim. O cara que estava do meu lado, ou não estava sofrendo como eu (e estava ganhando uma massagem daquelas) ou ele gostou da arranhação na cabeça dele. Só sei que eu já estava pedindo a Deus pra aquilo acabar logo e aproveitava para me martirizar por não ter lavado a cabeça em casa.
Saí de lá com a cabeça pegando fogo! Mas tudo bem, quem esta na chuva é pra se molhar e quem está num salão é pra se cortar... (não é exatamente assim, mas vocês entenderam).
Sentei pra cortar o cabelo e aproveitei para olhar no espelho se não estava escorrendo sangue da minha cabeça. Estava tudo ok. Pelo menos o que eu consegui ver.
O cara que ia cortar o meu cabelo desistiu para poder cortar o cabelo de um molequinho... Vocês acreditam?!?!?! Pensei. Vai lá! O desafio aqui é grande e tem que ter cacife pra encarar, mermão (sentiu a marra né).
Chegou então a outra cabeleireira, errando meu nome, não ouvindo as pessoas chamarem e por fim dizendo que estava com a cabeça nas nuvens. Ahhh, que bom! Fiquei mais tranqüila sabendo que ela estava com a cabeça nas nuvens e poderia aproveitar para cortar o meu cabelo no formato de uma.
Veio então a pergunta fatídica. Como você quer cortar? Olha, eu não sei se vocês sabem, mas os cabeleireiros tem um dialeto próprio. Eu só consegui dizer, r-e-p-i-c-a-d-o. “Mas você quer repicado na franja estilo degradê e atrás com volume ou pesado, podemos dar um leve balanço, que tal???” Hãn... O que? Onde? Como? Achei que ia cortar o cabelo?! De repente ela vem e me falar de volume, balanço??? Virou balada e ninguém me avisou?! Dei um risinho sem graça e disse: Ahhh, faz tipo assim sabe (mexendo no cabelo). Ela soube muito bem, e cortou como eu queria. Ficou lindo, com balanço, volume, repicado, degradê e tudo mais que se pode ser entendido de um dialeto cabeleirístico. Pena que no dia seguinte ninguém notou. Hahahahahahahahahah!
Sábado, Setembro 29, 2007
Chegou quem faltava!
Me animei depois de li os últimos posts da Samy. Eu sempre fazia uma pressão pro blog voltar, mas dava preguiça também, confesso. Meu, a vida de universitária ta teeeeeeeeeeeeeeeensa! Tirando a faculdade, só consigo pensar em viagem, férias, viagem... Mas, tranqüilizando vocês, ta tudo dando certo, estou indo bem nas provas, tirando boas notas... até tirei um 10 nessa semana! Aplausos pra mim, enquanto faço uma cara humilde-de-pessoa-naturalmente-abençoada-e-esperta.
Bom, retorno tem que ser assim bombante. Senão, voltou pra que? Pra ficar que nem filmes trash com continuação mais trash ainda? Tipo um “eu ainda sei o que vocês fizeram no verão re-re-re-retrasado e anotei num caderno pra não esquecer”? Nem rola, né? Então, pra garantir o riso geral, e sendo também a primeira pérola da faculdade nova... fotos básica do trote pra vocês rirem de mim. Porque imagens valem mais que palavras ;D
No começo, era tudo inocente: dia do pijama (foto), dia de vir de muçulmano, dia da guerra dos sexos (todo mundo com roupa trocada),... olha que fofo!
Mas depois...
se a samy não é rainha de bateria, eu negona assim já posso ser, hein?
Terça-feira, Setembro 04, 2007
Olá galerinha que não lê o meu blog (e claro, Danileca... a única que lê).
Voltei como vocês, “almas penadas”, puderam perceber.
Quero contar pra vocês coisas que me aconteceram durante todo este longo e tenebroso inverno (hahahaha, sempre tive vontade de dizer isso). Não me aconteceu nada demais, nem nada de menos, continuo a mesma. Na verdade agora um pouco mais magra depois de ter estado um pouco mais gorda. Falando nisso, esses dias eu fiquei pensando sobre a “balança”. Não sei quantas pessoas já pararam para pensar na “balança”, mas eu parei e cheguei a seguinte conclusão. A “balança” deveria se chamar termômetro do humor. É sério... nós, mulheres mortais, quando ganhamos coragem e encaramos a balança, dependendo da resposta que ela nos dá podemos ficar felizes ou tristes.
P.S.: Você, sua magrela, se estiver lendo este blog (claro que não está porque só a Danileca lê e ela está como eu – mas vamos colocar mais gente aqui, mesmo imaginária, só para dar mais emoção)... Então sua magrela azeda (ihhh, acho que era branca azeda. Ahhh, as magrelas também são azedas) você um dia enfrentará a “balança” e ela balançará o seu humor (nossa, ficou horrível essa frase, mas vai ficar assim mesmo).
A saga da “balança”
Cara, quando você toma coragem e vai até uma balança é triste. Sempre tem um bocó tentando ver o seu peso, mesmo que o tal bocó não exista você sempre vai achar que ele está lá, nem que seja só dentro da sua cabeça e por isso, só de sacanagem, seu peso vai estar mais do que você imaginava.
Putz, e quando tem umas mulheres irreais na farmácia... Primeiro a gente se pergunta o que tais mulheres fazem ali, rondando o universo das mortais, logo depois descobrimos que as sacanas estão se pesando e rindo de estarem com 50 kg ou opss, 47 kg. Ainda há as que engordaram e chegaram a 47,5 kg.
Eu sei, infelizmente não vendem revolveres na farmácia.
Ah, e quando uma amiga masoquista quer barganhar sua pesagem com você?! Você não sabe o que é isso??? É assim... “Ah, se você se pesar eu também me peso” ou “Eu já me pesei, agora se pesa você” Pô, querer saber meu peso é como pedir para eu tirar a roupa na rua. Isso não se faz nem com inimigo. O pior é quando querem barganhar em voz alta na farmácia e a gente fica parecendo uma gordinha neurótica com medo da “balança”.
Eu sei, infelizmente não vendem revolveres na farmácia.
E quando tentam te consolar?! “Ah, essa balança ta desregulada” “Que isso! Com certeza isso aí se deve a uns 5 kg de roupa” (claro, se eu estivesse vestida com todas as minhas roupas né) Não há desculpa, a “balança” não mente, não omite, não engana, não burla, não trapaça e não aceita proprina. A única coisa que se pode fazer é não pesar, não ceder a pressões masoquistas e não se intimidar por magrelas ridículas.
Pior quando você se pesa umas 20 vezes em 20 balanças diferentes porque não acredita que simplesmente engordou. E quando você comemora estar com 70 kg e de repente aquela que até então era sua amiga descobre estar com 64 kg, logo, sua amizade acaba no momento em que sua amiga teve a audácia de ficar mais magra que você, se pesar junto e teve a pachorra de te contar. Não há amizade que dure a isso.
Bom, o que eu posso dizer para vocês é... Quando estiverem magras, se pesem. Mas seja uma magra de verdade, se pese, ria e diga que engordou e agora está com 47, 5 kg.
Wuahwuahwuahwuahwuahwuahwuah!!! (risada maléfica)
Segunda-feira, Setembro 03, 2007
O Retorno do Rei
Tá, não consegui pensar em nada mais original e até onde eu sei foi um super sucesso esse filme e creio que o título ajudou, então vamos usar o que já deu certo ao invés de tentar inovar.
Olá pessoal, a Rainha está de volta. Sei que a porcaria do título está como O Retorno do Rei, isso se deve porque infelizmente ninguém quer ver nada como O Retorno da Rainha (fica parecendo história de uma maluca megalomaníaca, velha e rica), nossa, olhando por este ângulo talvez fizesse sucesso. Mas voltando ao assunto, não sei se estaremos nós duas - eu e minha outra cara - na ativa, mas posso garantir que eu estou. E isso deve bastar! Rsrsrsrs... Se bem conheço a minha outra cara ela vai aparecer por aqui e postar poucas e boas da sua agitada vida de universitária.
Bom, esse post é só para avisar que eu estou de volta. E ISSO DEVE BASTAR! Rsrsrsrs...
P.S: Não, não sou Rainha da bateria. Sim, tenho todo o cacife para ser uma, mas não quero!*
*Não curto samba, salto alto de drag queen, biquinis brilhantes com meia-calça e penacho na cabeça (uma mistura indígena com pássaro alguns detalhes drag queen e uma pitada de Cyndi Lauper. Teremos então, uma rainha da bateria).
Samy
Terça-feira, Maio 30, 2006
Joselitice de mãe
Como a Samy bem disse no post anterior, mãe é tudo de bom. Mas, aproveitando a deixa daquele post, vou contar como eu passei o meu dia das mães.
Eu tinha planejado um almoço: gnnochi com molho quatro queijos. Estava tudo certo, ficariamos em casa. Certo, mamãe querida?
- Claro, filha. Não vou para casa da sua tia esse ano não.
Então tá. Aí, chegado o grande dia... minha mãe diz, com uma cara lavada, que vai pra casa da minha tia, ela tá doente e tals, e que nem vai ter nada de mais lá. Vou falar o que? Realmente minha tia tá doente. O problema foi ela nem ter me chamado pra ir. Um absurdo, certo???
Que nada, Absurdo mesmo foi depois eu descobrir pelas minhas primas (é, tinha uma super galera lá, não foi nada básico que nem mamãe disse) que, toda vez que perguntavam de mim, minha mãe dizia que Eu não fui porque EU nao pude.
Nossa, nem com a minha mãe eu estou popular. Que fim.
Segunda-feira, Maio 15, 2006
Dia das Mães...
Mãe é tudo de bom né moçada?! Até porque mãe é aquela que cria, não a que pari, mas este é outro assunto...
Então, mãe é tudo de bom. É bem o lance de ''tá ruim, má tá bão''. Porque ser mãe deve ser um troço difícil pacas. Saca o movimento: Primeiro você encontra alguém, então você ama esse alguém (ou não), daí casa (ou não), e de repente, descobre que está enjoada, irritada, sensível e sua barriga cresce. Ela começa a se achar enorme (e está - ou não... rsrsrs) e depois de uns noves meses, nasce uma coisa pequenininha que vai crescer (ou nem tanto - como eu) e vai dar um trabalhão e também uma porção de alegrias. Vai deixar a mãe preocupada, vai esquecer de ligar, vai implorar para dormir na casa dos amigos, viajar, estudar fora, mas sempre volta para o bom e aconchegante colo da mamãe. E então a história se repete... um belo dia o filhotinho da mamãe também encontra alguém, e então ama esse alguém (ou não), e casa (ou não), e volta o ciclo da vida - esse ciclo pode ter algumas alterações, mas basicamente, é sempre o mesmo ciclo, criado por Deus e usufruído por nós. Ciclo: Família.
Mas mãe é mãe... Pode passar o tempo, os preços subirem, os políticos se tornarem cada vez mais safados, o mundo cada vez mais violento, que mãe vai ser sempre mãe. Ela pode ser mais moderna, arrojada, caseira, dona de casa, grande executiva... Ela vai continuar a se preocupar com a cria, vai continuar a amar e proteger com unhas e dentes. Ela vai rir e chorar com você e por você. E sabe por quê? Porque ela é MÃE, ou seja, toda amor.
Quinta-feira, Maio 11, 2006
Quem procura... É porque perdeu.
Estou procurando o que escrever. Sabe como é, coisa de gênio. E me peguei pensando que eu estou irritada não sei por que, ansiosa não sei como e com uma tristeza sem causa. Nós, gênios somo acometidos desses maus. (brincadeira)
A verdade é que começo a pensar que é preciso eu me perder para me encontrar. Tem lógica esse pensamento? Sei lá. Só sei que é assim. Melhor a gente nem se aprofundar nesse assunto.
Por quê? Ah, porque eu não quero falar disso agora.
Sabe o que eu quero falar... Sobre um presente que muita gente iria querer ganhar. UM O.B. Isso mesmo um O.B. Com um O.B você pode ir à praia, andar a cavalo, de bicicleta, nadar na piscina, correr, pular e ninguém percebe. Um O.B. é quase como um passaporte. Então, já sei o que eu quero ganhar. Essa é a dica.
E ficamos assim, sem muito assunto, sem muito papo e sem comentário algum.
Quarta-feira, Maio 03, 2006
''Só sei, que nada sei.''
Olá!
Alguém em casa?!
Voltei!!!
U-huuu!
Alguém?!
Óquei...
Nossa, como é bom estar em casa. Rever amigos. Ficar a vontade.
Eu poderia ficar aqui e dissertar acerca de todas as mudanças que houve na minha vida desde quando eu parei de blogar. Não estou dizendo que não vou falar sobre as mudanças, mas afirmo que não entrarei em detalhes sobre elas, ao menos não agora.
Muitas coisas acontecerem nesse tempo que estive ausente. Me mudei de lugar, de jeito, de ser... Sou a mesma de sempre, com alguns upgrades no sistema e outros se aprimorando para entrarem em funcionamento em breve.
Mudanças não são apenas mudanças. Mudança é na verdade a ponta do iceberg, a ventania que precede o furacão, a onda antes do maremoto...
Óquei, óquei... Vocês já entenderam o que eu quis dizer... rsrsrsrs
Pois bem, é isso! Fica ruim, bom, normal, ruim de novo, e então você pensa que se acostumou. Acontecem novas mudanças e então você percebe que só vai se acostumar, quando deixar de ser mudança. Quando você estagnar, deixar de crescer, pois a mudança tende a produzir frutos (quando as mudanças são um upgrade - óbvio). Mas por algum motivo as mudanças são vistas como algo ruim - principalmente quando se aplicam a personalidade, sentimento, idéias pré-definidas acerca de alguém - são vistas como desagradáveis e até descartáveis, pois estas na verdade são as mais significativas e dolorosas. Mudança, nada mais é do que a semente plantada almejando crescer e dar bons frutos. Mas ninguém tem saco de plantar algo e ficar esperando florescer e frutificar. Somos apressados, nos enchemos rapidamente de tudo e assim desistimos de esperar para enfim poder desfrutar do aprendizado que as mudanças proporcionam.
Estou mudando, e quer saber? Eu quero mais! Quero mudar, crescer a cada dia. O que eu não quero mais é cometer os erros do passado.
Hoje um amigo me contou uma piada, mais ou menos assim: O que a loira disse quando viu uma casca de banana no meio da calçada? Droga, vou cair de novo!
Idiota ou não, fazemos isso o tempo todo. Observamos a nossa queda iminente diante de uma situação difícil, uma atitude inconseqüente, e continuamos caminhando para esta queda. Precisamos mudar de rumo. Se algo não está bom em você, mude. Olha, sentir medo das mudanças, é perfeitamente normal, mas prosseguir nos erros porque se tem medo de mudar, é bobagem. Não podemos permitir que o medo nos impeça de buscar ser melhor a cada dia.
Para mim ainda é difícil visualizar algumas mudanças em mim, ainda não colhi todos os frutos e a ansiedade é a praga deste meu pomar, mas não vou deixar que os meus medos me vençam, que a minha pouca fé me desanime. Não vou parar, nem desistir e a cada dia, vou procurar evoluir.
Vou lá... Preciso regar o meu pomar.
''Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.'' (I Coríntios 13.12).
Domingo, Abril 02, 2006
...e ninguém dá as caras.
gente, meu pc morreu. Ou seja, se eu já ando meio lerda pra postar aqui... agora piorou. Mas vim aqui dizer que, com uma boa corrente de oração, Samy volta a postar. Já estabilizada em sampa, mas lerdando também. bom, ela anda em mais condições de postar que eu, pelo menos.
Agora, isso de corrente de oração é sério. EU mesma não tenho notícias da moça, então pra issoa qui ser atualizado, só Jesus.
E, do jeito que anda cheio de poeira aqui, só Ele também pra que alguém comente esse post.
Domingo, Novembro 20, 2005
Olho podre
Como eu contei aqui, no dia 11/11, sexta-feira, meu olho amanhaceu inchado e dolorido. Fui na farmácia, e me falaram que era terçol. Viajei para um retiro da minha igreja, eu e minha pomada anti-terçol. Só que o olho inchava, inchava, e nada de melhorar. Me revoltei e abandonei essa pomada podre, eu hein. Mamãe querida ainda veio defender a pomada, que "tá curando tudo, tá pondo essa inflamação pra fora, filha". E eu lá quero algo nojento saindo do meu olho? Eca!
Enfim. tentei ir num hospital domingo, mas lá não tinha oftalmo. Tive que ir numa clinica especializada na segunda-feira. E o médico disse que era um entupimento de uma glândula, pra passar o colírio tal e fazer compressa de água morna por uma semana e voltar lá, passe bem e tchau (tudo isso em 5 minutos). Ok. na terça eu até recebi oração na igreja. Quarta feira a tal bolinha melhorou... mas quinta surgiu outra! Muito maior, na parte superior do olho direito (a outra era na inferior). Em crise, me isolei no fantástico mundo de Bobby Juliana Suzuhara e já imaginei tumores oculares, uma deformação sem volta, algo que me deixaria que nem o menino de um olho grande e um pequeno do "Oblongs" ( desenho que passa sexta de madrugada no SBT).
Nessa sexta-feira passada voltei na clínica. O doutor que tinha me atendido estava com paciente, então fui atendida por uma médica muito zen. Ao ver a tal bolinha nova, ela disse que era o mesmo caso. Só que dessa vaz ninguém ia me mandar embora em 5 minutos!! Perguntei como isso aconteceu, porque inchava se eu já estava medicada...
Então, ela disse que eu era alérgica, e ela notou isso porque eu vivia coçando o olho. Talvez por isso essa glândula tenha entupido. Mandou eu ir num alergista e fazer o teste de alergia, aonde eu recebo muitas injeções com substâncias que podem me causar alergia. E ela também disse que, se em uma semana a bolinha não sumir, o médico tira pra mim, numa MINICIRURGIA OCULAR.
Cara, uma microcirurgia! E ela me conta isso calma que nem água de poço.
Contagem regressiva até a próxima sexta.
Que medo de ficar assim!
Segunda-feira, Novembro 14, 2005
Plantão Médico
Dias desses, no MSN, namorado querido ficou muito quieto. Depois, começou a falar injuriado. Eis o motivo:
Estava ele calmo que nem água de poço, quando sua avó grita desesperada
- Zé, vem aqui me socorrer!!!!! *voz chorosa*
Corre o menino pro quarto dela, aflito.
Namorado querido - Que foi, vó?
Avó - Abre essa janela pra mim, por favor...
Aconteceu, juro.
-___-"
Domingo, Novembro 06, 2005
Prova eliminatória de inglês para os vestibulandos de Relações Internacionais
Quando eu saí da PUC há pouco tempo, respirei bem fundo, pra não deixar cair nenhuma lágrima. Mas, em casa, quem pode ser forte quando sozinho? Sem platéia não há necessidade de máscaras, então eu podia chorar a vontade. Não consegui acabar a prova. Eram três questões, e cada um deveria conter de 20 à 30 linhas. Quando eu estava passando a terceira questão a limpo, toca o sinal do fim da prova. Metade da questão feita a caneta; outra metade a lápis. E as duas primeiras questões passadas a limpo, mas com lápis por baixo. Nem apagar o rascunho eu podia. Minha prova ficou inacabada e suja.
Sensação de impotência total!! Porque se eu faço a prova inteira e não passo, ainda tem o pensamento de "poxa, fiz o possível". E agora? Nem o mínimo eu fiz!!! Faltou metade de uma questão, e nem a parte de lápis tava boa: no total ela só tinha 15 linhas.
Mais uma vez, eu ouvirei a famosa frase "tem o ano que vem, Ju!". Tem SEMPRE o ano que vem. Fala sério, essa frase só acalma quando você reprova no primeiro exame. Mas quando se faz o TERCEIRO vestibular e não passa nele, o que a menção do ano que vem traz não é esperança, mas desespero. Daqui a pouco terei 30 anos, e ainda vou contar com a prova do ano que vem, é?
2005 foi o PIOR ano da minha vida até agora. Ódio mortal das burradas que fiz nesse ano, que me mataram por dentro. Dormi o ano todo num limbo, e quando saí da neurose estava numa roda viva de acontecimentos. Foi como ficar em coma, e quando acordar ver toda sua vida acabada. Tentar salvar algo de você e ver que seus esforços de hoje são prejudicados pelas consequêcias do que você fez. Nunca me pareceu tão pertinente dizer que "para entender o presente, devemos buscar no passado". Se eu for me ver há uns 6 meses atrás, nem me reconheço. Aliás, não me reconheci hoje, na PUC: parada no ponto de ônibus, com cara de choro, as calças largas de 8 kilos perdidos por tristeza. Não gosto desse meu retrato.
Tenho 19 anos. Por um lado sou novinha e tenho todo tempo do mundo; por outro, já tenho quase 20 e preciso fazer minha vida. Choro pelas minhas burradas, pelos meus medos, e pelos cadáveres de tudo que eu queria e perdi. Não posso culpar ninguém, e se eu tiver que fazer justiça com minhas próprias mãos, vou me bater até não aguentar mais. Como diz uma certa frase, "Você é seu pior inimigo".
Não aguento mais fazer vestibular, ENEM, e agora não aguento mais perder essas e outras chances. Ano que vem vou trancar a UERJ e vender artesanato na praia. Editar uma folhinha com uns poemas e oferecer no ônibus por um real. Sei lá.
***Antes que alguém venha com papos de "Você é responsável e não adiantar lamentar aqui", isso é só um desabafo, o blog é MEU, e a única pessoa que pode reclamar do que posto é a Samanta, a outra cara do blog.
PS: Moleca, não pude comentar no seu blog porque não podia postar anônimo e me enrolei fazendo o tal cadastro (que eu não tenho), mas guardei o texto do comentário aqui. Se quiser e tiver como, te passo ele.
Quinta-feira, Outubro 27, 2005
Tchau, mãe!
Numa manhã dessas, eu e mamãe querida estavamos vendo Ana Maria Braga, antes de cada uma sair para seus compromissos. Um economista estava dando uma entrevista, sobre como evitar gastos desnecessários. Entre dicas como "gaste apenas R$15 por mês no celular" e "viaje com desconto", ele mencionou que um filho gasta, desde o nascimento até os 21 anos, uma média de UM MILHÃO DE REAIS. No fim da conversa, ele contou pra Ana Maria que tinha dois filhos.
Ana: Ué, mas você acabou de falar dos altos gastos pra manter um filho! E você tem dois!
Economista: É, mas não dá pra economizar com tudo, né? Até os 21 anos, teremos esses gastos com eles.
Peraí, ele só vai manter os filhos até completarem 21 anos?
Brinquei com mamãe: "Pô, o cara vai expulsar os filhos de casa quando fizerem 21 anos, só pra não gastar mais?"
E ela: "Pois é... falta só dois anos pra você sair, hein!"
Tá no sangue da familia esse sarcasmo.
Segunda-feira, Outubro 03, 2005
SMS Amizade
Ontem, enquanto eu estudava para as empolgantes provas de Lingua Portuguesa e Literatura Portuguesa que tive hoje, recebi um torpedo. Um número estranho, mas a mensagem super íntima: Olá! Como vai?
Como vai quem, bial? Já ia deletar, mas decidi ligar para conferir quem era. Podia ser um amigo, sei lá. Podia ser um engano. Porque, semana passada, mandei um "Amo você! *__* " para namorado querido, mas digitei um número errado, e a mensagem foi parar no telefone de uma senhora. O marido dela me ligou pedindo explicações, e eu perdoei a Vivo, porque jurava que a mensagem tinha ido pro meu namorado e ele dizia que não tinha recebido nada.
Enfim. Muito crente que era engano, liguei pro número de quem mandou o torpedo.
Ju - Oi...quem fala?
Pessoa estranha - Meu nome é Juliano.
Ju - Ah.. Olha Juliano, eu recebi uma mensagem do seu telefone... mas eu não te conheço... Você deve ter mandado errado.
Pessoa estranha - não, foi pra você mesmo. Eu imaginei seu número e mandei a mensagem.
Ju - ...
Pessoa estranha - Qual é o seu nome?
Ju - Juliana.
Pessoa estranha - Ah, sério? Nossa, que incrível! Você não acha que Juliano e Juliana combinam?
Ju - Não, eu acho que combino mais com MEU MARIDO.
Pessoa estranha (agora, Juliano) - Ah... eu tenho noiva.
Putz, que coisa maluca! Como assim alguém pensa num número e resolve fazer amizade? No meu tempo, quem queria amigo pelo telefone ligava pro disk galera, alô festa... sei lá. E a noiva dele? tadinha. Se eu ficasse catando rapazes via SMS, namorado querido não ia gostar nada. E é NAMORADO ainda, tá gente? Mas pra malucos do celular eu sou casada há pelo menos 7 anos.
Sexta-feira, Setembro 23, 2005
Por onde anda?
Primeiro, foi no evento que rolou domingo passado. Chovia horrores, eu estava com fome (a comida era péssima lá, e cara!). Quando desmontamos o estande da CopyPlay, saí na pressa, mas a memória demorou mais pra me achar: Só várias horas depois, me lembrei que tinha uma bolsa extra. Cadê ela? Ficou lá! Com duas blusas, tic-tac de cabelo, e um chaveiro. Quase me bati!!!
Aí, eu liguei por organizador do evento. Parecem que acharam minha bolsa, mas ele não sabia com quem tava e blábláblá wiskas sachê. Resultado: era pra eu ligar terça-feira e confirmar. Adivinhem então o que eu NÃO fiz? Pois é. Ando com o telefone do cara na bolsa, pra ligar do celular enquanto estou na rua, mas só lembro de ligar quando eu chego em casa, já meio tarde para ligar (mas num horário decente para uma moça de familia chegar, claro).
No tal evento, Lora deixou sua câmera digital comigo. Marquei com ela de pegar o cabo pra descarregar as fotos, mas a pilha da câmera morreu também. Então, pedi a namorado querido que fosse no trabalho da lora buscar cabo e carregador de pilha (nessa quinta-feira), assim a pilha carregava de noite, eu descarregava as fotos sexta de tarde, e depois devolvia a câmera. Aí, quando chego em casa... QUEDÊ O CARREGADOR?
a) viajando pelo brasil
b)na minha casa
c)a bolsa do namorado querido, pois EU esqueci de pegar
Só sei que era mais fácil o carregador tirar férias no nordeste do que estar comigo. Não acredito que esqueci. Nem minha agenda escapou! Pedi pra namorado querido guardar ela (não cabia na minha bolsinha da barbie), e assim ficou. Se eu, com agenda em punho, já ando esse poço de esquecimento, imagina sem ela?
Pior é pensar que, cara, eu to velha. Com 19 anos e esquecendo tudo. Logo, dublarei as senhoras das novelhas mexicanas, farei avós no teatro, e um médico de reumatismo vai mandar eu fazer palavras cruzadas, pra manter a cuca fresca.
Domingo, Setembro 18, 2005
A Amazônia é aqui.
* retornando ao blog
Novamente, eu vou tentar vestibular para Relações Internacionais. Eu e minha saga rumo a PUC-Rio. Nessa semana estive lá, e por míseros 15 minutos que minhas perninhas ficaram expostas ao verde do campus, pronto: eles chegaram, os mosquitos da Amazônia. Eu sou bem alérgica a picada de mosquito, mas um pernilongo de vez em quando não chega a matar. Agora, os mosquitos da PUC... não eram os inocentes pernilongos daqui. Eram da Amazônia. Eram do laboratório de biologia, para estudo, e com certeza escaparam e foram direto para minhas perninhas. Resultado: 3 "calombos" - dois no tornozelo, um na coxa. Isso foi na terça- feira, e hoje -domingo- ainda tenho as marcas irredutíveis. Medo de ir na PUC semana que vem de novo, fazer a inscrição do vestibular. Mas a vontade de passar é tanta, que eu encaro a mini-amazônia pelos próximos 4 anos de curso. Melhor comprar um bom repelente.
---->>> vamos ver se dessa vez o blog volta mesmo!
Terça-feira, Maio 03, 2005
A Verdade
O Duas Caras anda paraaado...parado que nem...ah, parado e pronto.Quem gosta de cometer metáforas é o presidente, não eu.Mas enfim, o blog está numa fase difícil.Samy agora trabalha (alguém tem que ser útil para sociedade), eu também estou procurando trabalho (de leve, confesso) e vivendo cada vez mais autista no meu mundinho surreal.
Para a coisa não ficar assim "Juliana isolada do mundo", vou explicar logo tudo que for possível.Tem muita prova na faculdade, e mais prova ainda de japonês do que de todas as outras matérias juntas.Tem hora que tenho vontade de me bater - tanta coisa simples no mundo, e a lindinha aqui vai estudar o que? Japonês.Não podia gostar de espanhol não? NÃO.Tem que ser do difícil.E agora, é muita coisa para pouco ânimo estudantil.
Falando em difícil...e o ENEM? Perdi a inscrição? Porque já sabem, terceiro ano de vestibular para Relações Internacionais.A não ser que tenha perdido a inscrição do ENEM.
Vou olhar na internet.Isso se o computador não travar.Vocês têm noção de quantas vezes esse troço travou hoje, sem eu nem fazer nada? OITO VEZES.Como dizem, chega mesmo num ponto em que a raiva é tanta, tanta, que você fica calma.Calmamente, reiniciei essa p... até o Word resolver funcionar.Tá indo pro brejo meu querido PCzinho.Tenho que chamar o Webdesigner para vir conserta-lo.Desde semana passada ele está ruim - e várias pessoas já reclamaram do meu sumiço na net.
Mais um porém: essa semana estou oficialmente de enfermeira do meu querido.Então, a menos que você seja um namorado com um dedo do pé quebrado durante uma luta de Kung Fu, não terei muito tempo para te ajudar.Passa na semana que vem.Ou liga no meu celular. É sério, saio cedinho de casa e só chego depois das 23h.E nem dá para ver meus e-mails direito, com essa internet ruim...
Passando esses problemas técnicos, garanto pelo menos a minha parte aqui no blog.Enquanto isso, se alguém sentir falta dos meus textos (hahaha, utopia minha!): ** www.fotolog.net/ju_suzuhara **
Atualizado SEMPRE.Com uma proposta diferente da do blog, mais pessoal, inclusive com os meus contos.Aproveitem, porque ando preguiçosa do Duas Caras, mas cheia de tesão com o fotolog.
Quarta-feira, Março 23, 2005
*Blog voltando a ativa
Sex On The Beach
Essa história não tem um começo, mas algumas coisas curiosas que não podem ficar guardadas, com certeza!Não será possível contar todas as histórias em um único post.Mas esse post mostrará porque nosso grupo de amigos se completa e se entende, onde "meias palavras bastam" e há senso de humor e ironia de sobra; então...Sentem que lá vem a história!
Estávamos no restaurante e bar "Pão com Manteiga", em São Paulo (a viagem mencionada no último post da Ju), comemorando o aniversário da Dani Passando Cocô no Nariz , ao que ela resolve ler o cardápio e escolher o que ia beber.Dani leu o nome de uma bebida e ficou espantada coma quilo (nota-se que ela está manjando no inglês...hahahahahahaa):
-Sex On The Beach (sexo na praia)?Que isso! Vocês viram isso?!
Todos olham para Dani, e Ju Cavani "Tu cavas, ele cava, nós cavamos, vós cavais, eles cavam"- o nome dela não é bonito, mas é profundo- diz:
-Você nunca ouviu falar em "sex on the beach"?
Eu pergunto:
-Ué dani, tu nunca bebeu?
E Ju Suzuhara completa:
-Caraca Dani, você nunca fez?
Como eu disse no começo, ao me referir aos meus amigos - para um bom entendedor, meia palavra basta.E tenho dito.
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